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Duplo Arco-Iris em Machico

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 Foto captada no percurso do   I Skyspeed Pico do Facho Foto de Marco Rosário

Bairro dos Pescadores - Matur

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Antigo Bairro dos Pescadores - Matur

Carro em Contramão na estrada da Queimada - Machico

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  Quem circula na Estrada da Queimada regularmente encontra carros em contramão, regra geral safam-se sempre, quando são turistas apanham uma buzinadela, pedem desculpa e voltam, quando são madeirenses fazem de conta que não percebem... Já apanhaste uma situação destas?

Bairro dos pescadores - Agua de Pena 1962

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  Bairro dos pescadores, no sítio da Queimada, Freguesia de Água de Pena, Concelho de Machico 1962FONTE: ABM

Campo Tristão Vaz - Machico

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 O campo Tristão Vaz visto de várias perspetivas :)

Vila de Machico

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"Esta Villa de Machiquo (cabeça e assento deste Capitão primeiro Tristão) ainda que seja pequena, e de poucos uezinhos, he muito bem assentada, alegre, de muitas hortas, e pomares, situada no meio de húa Ribeira tam fresca como soberba" Jerónimo Dias Leite, século XVI. Em Julho de 1419 João Gonçalves Zarco e Tristão "das ilhas" desembarcaram na formosa praia de Machico. Dava-se, assim, início à gloriosa epopeia dos descobrimentos portugueses. Aqui, foi celebrado a primeira missa na Madeira, por padres franciscanos, no dia da visitação de Santa Isabel (2 de Julho) que acompanharam a expedição, como agradecimento e regozijo da descoberta. Muitas hipóteses se têm levantado acerca da origem do nome de Machico. A mais conhecida, e não menos polémica, reside na lenda romântica dos malogrados amantes ingleses Robert Machim e Ana d´Arfet. O nome desta localidade parece que advém da corruptela da palavra Machim. A 8 de Maio de 1440 o infante D. Henrique doa a Tristão Vaz e s...

Festa do Senhor dos Milagres Machico dias 8 e 9 de Outubro (com video)

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Foto  Hugo Reis Photography A história religiosa e social de Machico ficou profundamente marcada pela-aluvião de 9 de Outubro de 1803- que destruiu a capela, arrastou a Imagem para o mar, ceifou vidas e haveres na sua população. “ O seu Crucifixo perdido nas águasdo mar, foi logo encontrado por uma galera americana que cruzava os mares da Madeira. O vento, segundo se relata, impediu que aquela embarcação seguisse o seu destino. Então, os marinheiros americanos voltaram atrás e foram levar o Crucifixo para a Sé do Funchal onde foi venerado. Mais tarde, em 1813, após a reconstituição da capela destruída, fez-se a transladação desta imagem, para Machico, em forma de procissão onde ainda hoje se encontra.” Com este facto, considerado milagroso, ficou a chamar-se capela do Senhor dos Milagres, nome que ainda se mantém. A Festa do Senhor dos Milagres sempre se caraterizou pela sobriedade de motivos ornamentais, não há fogo, nem efeitos luminosos, nem bandas filarmónicas. Circunscreve-se ...